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]]>Atualmente, o Brasil conta com 11,9 milhões de microempreendedores individuais (MEIs), dos quais 576 mil estão situados em Santa Catarina. Dentre esses, a Grande Florianópolis se sobressai como a área com o maior número de MEIs no estado, somando aproximadamente 130 mil empresários formalizados.
Em um esforço para fomentar o desenvolvimento desses negócios no municipio de Palhoça, o Sebrae Santa Catarina, em parceria com a Prefeitura de Palhoça e com operação do Impact Hub Floripa estão implementando a turma 100 do programa Salto Aceleradora!

A maior formação empreendedora gratuita do Brasil, desenvolvida para pequenos negócios, terá 12 semanas de curso, com encontros semanais, além de práticas e mentorias personalizadas. O auditório do Atrium Office será o local das aulas presenciais.
Sem sombra de dúvidas, participar da turma 100 do Salto Aceleradora oferece acesso a um vasto conhecimento em empreendedorismo, oportunidades de networking valiosas e desenvolvimento de habilidades práticas essenciais para o sucesso dos negócios. Ainda, a mentoria personalizada e o suporte contínuo ajudam a superar desafios e acelerar o crescimento, enquanto a inspiração e a motivação impulsionam a inovação e a criatividade.
Em resumo, o programa é uma excelente maneira de ganhar reconhecimento e certificação sem nenhum custo, democratizando o acesso ao desenvolvimento empresarial.

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]]>O conteúdo Esquina Criativa, o evento que chegou para ficar aqui no Passeio Pedra Branca aparece primeiro em Viva Pedra Branca.
]]>“Provocados pela própria vontade de se conectar com empreendedores, profissionais e entusiastas da criatividade, chamamos o Impact Hub e co-criamos uma experiência específica para reunir este público. Pois afinal, vivemos numa localidade conhecida como Cidade Criativa Pedra Branca e queremos concentrar esse potencial criativo numa ação recorrente aqui no bairro”. Diz Ornella Di Lullo, CEO do Studio Viva.
E é assim que surge a primeira edição do Esquina Criativa, um encontro para quem quer criar, aprender, compartilhar e se conectar com pessoas que se interessam por criatividade.
O Impact Hub Floripa tem um rede de mais de 1000 empreendedores e criativos diversos que se concentram em seus quatro endereços localizados no Passeio Pedra Branca, Passeio Primavera (no centro de inovação da ACATE), na Beira Mar e no centro de Florianópolis.
A primeira edição do evento acontecerá no dia 21 de março, terça-feira, às 19h30 no auditório do Ed. Atrium no coração do Passeio Pedra Branca e contará com a participação da Arquiteta Bruna Fagundes (@arq.brunafagundess) e Mateus Ritter (@ritterdesign_), ambos profissionais da área criativa que irão ministrar uma experiência pautada em neuroarquitetura e identidade visual de marcas.
Esta é a pergunta que irá conduzir o primeiro encontro do Esquina Criativa. O evento é recomendado para: Profissionais que atuam na transformação de Espaços, sendo: Placemakers, Profissionais ou acadêmicos da área de Arquitetura, Urbanismo, Design de Interiores, Decoração, entre outras do segmento; Empreendedores da Indústria Criativa, sendo: Creators, Designers, profissionais de marketing, copy, audiovisual, moda, cinema, líderes de marcas digitais, entre outras áreas de atuação; e Pessoas Curiosas e Criativas, compreendidas por todos que se interessam, querem aprender e se conectar com o universo da Criatividade para aplicar no seu dia-a-dia.
O evento tem vagas limitadas e a participação é gratuita. Não perca a oportunidade de potencializar suas conexões e ampliar seu conhecimento. Para se inscrever acesse:
https://exclusivo.vivapedrabranca.com.br/evento-hub-esquina-criativa
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]]>O conteúdo COMUNIDADES TRANSFORMAM AS RELAÇÕES SOCIAIS E PROPÕEM UMA NOVA FORMA DE TRABALHO aparece primeiro em Viva Pedra Branca.
]]>Quando falamos sobre o futuro do trabalho e das relações, estamos sempre nos questionando para onde os avanços tecnológicos nos levam. O digital nos aproxima ou nos afasta? Esse debate ainda não teve um veredicto e vai render muitas conversas pela frente.
Porém, enquanto alguns números parecem indicar indivíduos cada vez mais isolados e individualistas, novas tendências vão na contramão desse movimento. Notamos mais grupos, conexões, encontros de ideias e a busca pelo crescimento em conjunto: o futuro, para nós, está nas comunidades.
Nas primeiras formações de comunidade, o homem começou a se relacionar para sobrevivência. Com a evolução, se desenvolveram os meios de produção coletiva, agricultura, domesticação de animais e as trocas passaram a ser a base dessas relações – incentivando a colaboração. Nestes espaço, criavam-se acordos e compartilhavam um modo de vida – e são essas características que fazem parte das nossas comunidades hoje: da família, da universidade, dos amigos, do trabalho, etc.
Desde o ano 2000, vimos diversas mudanças no que diz respeito à economia, ao trabalho, à natureza e às relações interpessoais. Isso se deve às diversas inovações tecnológicas que estamos presenciando. Compreendemos o impacto gerado de uma floresta que pega fogo no Norte do Brasil estando no Sul do país. As inovações que acontecem no Vale do Silício são implementadas aqui em Florianópolis em um espaço curto de tempo. Isto se dá pela existência de diversas comunidades que colaboram, compartilham notícias e metodologias e entendem a importância de se conectarem.
Temos alguns exemplos da materialização dessa tendência. O Facebook, por exemplo, deu um “upgrade” na sua missão, colocando para este ano as comunidades no centro: grupos sobre música, sobre negócios, feminismo e muitos outros passaram a “repopular” esse ambiente. Já a Wikipedia criou a “Wiki Tribune Social”, uma rede social para discussão e debates com fatos checados por meio de grupos que se auto-moderam.
Nós do Impact Hub Floripa vivemos essa tendência no dia-a-dia. Colocamos como princípio o estímulo à colaboração entre os nossos membros, tanto no mundo online quanto no offline. A fim de conectá-los, oferecemos a eles duas plataformas: a primeira delas é o Community App, uma rede social de conexão global com toda a rede do Impact Hub; a segunda é o Community tool, que acabamos de lançar e impulsiona a conexão local – funcionando como uma marketplace, onde o membro pode oferecer os seus serviços e produtos para outro membro ou encontrar o que precisa de forma rápida, fácil e online. Olhando para o offline, organizamos cafés semanais para troca de ideias e também eventos mensais que tenham como objetivo o encontro, seja ele de pessoas, de projetos ou experiências.
Essas ações estão refletidas em nossa comunicação. Dizemos que somos uma empresa zebra* e andamos em bando. Esse discurso transborda para a nossa comunidade e se reflete em dados: entre 2018 e 2019, 81,3% dos nossos membros afirmaram que fizeram parcerias e colaboraram entre si; eles nos contaram ainda que dedicam em média 2h por mês para mentorar e receber mentorias ou feedbacks de outro membro.
As demandas dos membros geram soluções para a comunidade. A partir desse movimento, criam-se laboratórios vivos que ecoam nos produtos que co-produzimos. E o que faz estes ambientes serem assim? Uma cultura de colaboração, que fazemos com que os integrantes sintam confiança uns nos outros, entrem em acordo sobre seu funcionamento, e tenham coragem para agir e se manifestar de acordo com o que sentem. Não se apoiando em uma liderança fixa, mas contando com as relações que compõe o espaço, um produto de co-construção.
As comunidades vão além de espaço físicos, abrangendo as pessoas e o que elas compartilham, como elas se conectam, como se ajudam e contribuem para o crescimento do todo. Diante das novas tendências das relações de trabalho, fica a questão: se eu faço parte de uma sociedade em conexão, que ponto eu sou nesta rede?
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