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]]>E sejamos sinceros: fazer trilha ou uma caminha em família é tudo de bom! Seja no campo ou na praia, nossa cidade possui lugares encantadores para desfrutar, como contamos nas histórias 4 lugares imperdíveis em Palhoça que você precisa conhecer – parte 1 e parte 2.
Porém, alguns pais ainda têm receios de levar as crianças para esse tipo de aventura. Por isso, separamos algumas dicas interessantes para ajudar os pais mais receosos:
A diversão pode estar mais perto do que se imagina! Por isso, quando os filhos ainda são pequenos ou não estão acostumados com viagens, escolha sempre opções próxima. Uma opção longe, que demande tempo de carro, pode deixar as crianças ansiosas e o aproveitamento pode não ser o melhor para os pequenos acompanhantes.
Crianças têm o seu próprio ritmo e isso precisa ser respeitado. Faça paradas sempre que necessário para descanso, alimentação e hidratação. É importante ressaltar que uma criança talvez não faça tudo isso numa só parada!
Qual pai ou mãe sabe que o grande segredo da vida é manter as crianças entretidas. Numa passeio de trilha, não seria diferente! Por isso, é legal criar situações para que elas se fiquem entretidas.
Pequenos desafio, charadas, curiosidades e momentos de conhecimento são apenas algumas das opções de entretimento. Priorize o contato com a natureza a diversões eletrônicas.
IMPORTANTE: A matéria está sendo publicada em tempos de pandemia causada pelo Coronavírus. Se possível, #fiqueemcasa ou #usemascara
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]]>Belezas naturais inacreditáveis, locais históricos e um bairro de primeiro mundo. A cidade de Palhoça possui encantos únicos que fazem dela um dos locais mais bonitos do Sul do Brasil.
Fundado em 1894, o municipio que completa 127 anos no ano próximo tem umas população estimada em 175.272 habitantes, segundo estimativas do próprio IBGE. Ainda, Palhoça faz limite com as cidades de São José, ao norte, Santo Amaro da Imperatriz a oeste, e Paulo Lopes ao sul, sendo banhado pela baía sul da Ilha de Santa Catarina e o Oceano Atlântico.
Selecionamos quatro locais que consideramos essenciais para a cidade. Vamos lá?

Eleita em 2016 como a nona Reserva Mundial de Surf (RMS), titulação criada pela ONG Save The Waves Coalition (STW), a praia vem ganhando cada vez mais adeptos do Brasil e no mundo, onde cada vez mais turistas e amantes da natureza se encontrar para celebrar a vida e aproveitar a praia paradisíaca.
O único acesso para chegar ao mar é pelo Rio da Madre, que pode ser atravessado a nado, de canoa ou a pé, na maré baixa. Na margem esquerda do rio, podem ser encontrados vestígios de arte rupestre.

O bairro teve sua fundação em 1750 e preserva a cultura açoriana. A praça do bairro, recém reformada é um convite para uma viagem ao passado.
A maricultura é muito presente na região e é possível conseguir mariscos da melhor qualidade. Ainda, um grande atrativo é o Casário Centenário, tombado pelo Patrimônio Histórico.

Com acesso pelo lado esquerdo da trilha na entrada do Rio da Madre, a caminhada até o mirante natural dura em torno de 30 minutos. Do mirante, é possível avistar a Guarda, a Pinheira, Garopaba e Paulo Lopes, além de ter a imagem do rio desembocando no Oceano Atlântico.

Existe um conceito diferenciado em lazer e compras e ele está localizado no bairro criativo Cidade Pedra Branca.
O shopping a céu aberto, com calçadas largas que priorizam a caminhada e o contato com a natureza fazem do local um centro diferenciado. Outro destaque importante são as opções gastronômicas, que agradam todos os paladares e os bolsos.
O que achou destes locais? Quais estão faltando em nossa lista? Escreva para nós.
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]]>Uma das vistas mais bonitas da Grande Florianópolis, sem dúvidas, é proporcionada pelo Morro da Pedra Branca. Localizado oficialmente no município de São José, o morro é um verdadeiro cartão postal da região, sendo um ponto de referência de limites, que pode ser visto de inúmeros bairros de São José ou de Palhoça.
O Morro fica no bairro Sertão do Maruim e bem próximo da Colônia Santana, sendo que é possível subir até o topo dele através de uma trilha. Isso atrai muitos amantes da natureza e da prática de trekking pois oferece, além de uma vista exuberante, uma vegetação variada de mata atlântica e uma conexão profunda com a natureza.
A melhor maneira de chegar é pelo bairro Sertão do Maruim, próximo ao viaduto do Contorno Viário. No começo da trilha tem o estacionamento do Edson, um simpático morador que disponibiliza o seu terreno para estacionar o carro pelo valor de R$ 5,00. No final de semana, ele ainda oferece caldo de cana, pastel e venda de bebidas. O local é aberto 24 horas. O telefone é (48) 9 99804794.
“Aos finais de semana, mais de 200 pessoas frequentam a trilha. Para quem quer tranquilidade, o melhor é subir o morro dia de semana de manhã. Eu gosto mesmo de pegar o nascer do sol no topo do morro.”
Edson – Morador local
Diversas placas sinalizam o começo da trilha, considerada por muitos por ser de dificuldade moderada. A distância total percorrida (ida e volta) é de aproximadamente cinco quilômetros e subidas exigem certo preparo físico.

Existem pelo menos duas trilhas que levam ao pico da Pedra Branca: Uma mais fechada, chamada a trilha do bambuzal e outra chamada tradicional, que leva por uma estrada antiga, deteriorada pelas chuvas. Recomenda-se seguir pela trilha do bambuzal que possui mata atlântica mais fechada e é mais indicada por ser menos escorregadia.

Com uma variada (e densa) vegetação de Mata Atlântica, a paisagem se torna uma verdadeiro cartão postal, sendo um ambiente muito bonito.
Atualmente, a trilha é cuidada pelos próprios frequentadores, que fazem a conscientização de outras pessoas através das redes sociais e de placas ecológicas espalhadas em toda a trilha.
Depois de caminhar bastante e realizar umas paradas para descanso e hidratação, conseguimos chegar ao topo do Morro da Pedra Branca.
A vista do local compensa qualquer cansaço ou dificuldade enfrentada. Em dias de céu aberto e limpo, é possível ver toda a ilha de Santa Catarina, de norte a sul, além de Palhoça, São José e Santo Amaro da Imperatriz.
O cume do morro é formado por rochas, o que proporciona um local para registrar fotos maravilhosas. É necessário ter bastante cuidado e não se aproximar muito do penhasco.

A melhor época para realizar a subida ao morro da Pedra Branca é entre maio a agosto. Evite subir em dias muito quentes pois pode encontrar diversos animais e insetos de grande porte na trilha.
A descida é mais tranquila e você pode realizar ela em uma hora de caminhada. Caso tenha gerado lixo, não esqueça de carregar ele junto com você até um local para descarte adequado.
Ainda, a trilha possui dois pontos de água para carregar o cantil ou seu squeeze. Eles estão localizados no meio da trilha.

Ainda que na trilha tenha bom sinal de celular, é sempre importante avisar familiares e amigos que vai realizar a trilha. Na possibilidade, realizar a subida com alguém que já conheça o caminho.
No fim, aproveite e seja grato pela experiência! E lembre-se: tendo consciência e preservando a natureza, mais pessoas poderão vivenciar momentos inesquecíveis como esse.

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